Linha 5 Metrô

Linha 5 Lilás até o Jardim Ângela entra oficialmente na lista de obras do Metrô

Expansão futura do Metrô com base no plano plurianual de 2020 a 2026

Depois de ser anunciada pelo Governador João Doria na inauguração da Estação Campo Belo, a extensão da Linha 5 Lilás até o Jardim Ângela entrou no relatório de empreendimentos do Metrô de março de 2019.

Já havíamos adiantado que a extensão havia recebido a licença prévia. Isso já indicava que a extensão seria anunciada logo.

Confira as novas informações:

Benefícios:

Com a extensão até o Jardim Ângela, haverá novas articulações de deslocamentos em direção à região central da cidade de São Paulo.

O Corredor M´Boi Mirim (SPTrans) terá significativa redução do volume de ônibus podendo passar a uma operação mais cômoda e compatível com a capacidade do corredor.

Será oferecido ao usuário regularidade no tempo de viagem, intervalo reduzido entre trens, conforto, segurança e flexibilidade de destinos pela integração com a rede metroferroviária.

E cita algumas reduções:

  • Poluentes atmosféricos: 2,8 mil toneladas/ano
  • Gases de efeito estufa: 29,6 mil toneladas/ano
  • Consumo de combustível: 21 milhões de litros/ano
  • Tempos de viagem dos usuários: 2/3 do tempo.

A redução no tempo de viagem seria o equivalente a 60 min para 20 min! Ou então de 90 min para 30min. Excelente não?

Um outro benefício, na minha opinião, é a redução da quantidade de pessoas que entram na Estação Capão Redondo. Muitos moradores do Jardim Ângela e bairros vizinhos já vão até Capão para pegar o Metrô. Assim a entrada fica lotada. Com as 3 novas estações, a tendência é essa demanda ser distribuída entre elas.

Dentre os destaques tecnológicos que já conhecemos um em especial é importante para os moradores:

Para atenuar as vibrações e ruídos oriundos da circulação dos trens e minimizar o incômodo aos habitantes e usuários dos imóveis da região serão utilizados amortecedores ou apoios elastoméricos na construção da via de passagem dos trens;

Novos trens

Como já era esperado a extensão precisará de novos trens. Mais especificamente 12 novos trens de acordo com o documento. O relatório destaca: “Os novos trens serão equipados com câmeras no interior dos carros, sistema de gravação de imagens e ar refrigerado.

Assim o total de trens da Linha 5 iria para 46 trens.

A demanda prevista para a Linha 5 Lilás passará de 1 milhão de passageiros! Mais precisamente 1.054.730.

O intervalo entre os trens deverá ser de 100 s, ou seja, 1 minuto e 40 segundos. Mesmo intervalo projetado para a Linha 5 hoje já construída mas infelizmente esse intervalo não foi operacionalizado – ainda, espero eu.

A nova extensão terá 4100 m (4 km) e mais 3 novas estações: Jardim Ângela, Comendador Sant’Anna e M’Boi Mirim (essas estações não constam no relatório mas são informações que obtivemos)

Lembrando que o Pátio Guido Caloi, previsto para ser entregue final de abril, já tem um espaço reservado para a ampliação de sua capacidade. Pelo projeto, o pátio pode abrigar mais 13 trens.

Confiram os espaços reservados a direita das fotos:

Frota F

Na minha opinião, o fim da Frota F foi decretado. Com os novos trens muito provavelmente eles serão vendidos no médio prazo. Muito cedo para falar em “corte” ? Financeiramente, o ideal seria vendê-los.

A compra de novos trens é obrigação do Metrô e não da concessionária ViaMobilidade, portanto o Metrô poderia nos 12 novos trens, incluir mais 8 para substituir a Frota F e já incluir também na compra os novos trens para atender Ipiranga, que ainda não entrou oficialmente no relatório de empreendimentos.

Confira a nova seção do relatório:

Relatório de Empreendimentos Metrô Jardim Ângela
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Fernando Galfo

É engenheiro por formação e entusiasta de obras de mobilidade urbana. Utiliza transporte individual na maioria das vezes mas acompanha e sabe da real e urgente necessidade de investimentos em infraestrutura e principalmente em transporte público aliadas com políticas públicas de redução da pendularidade do sistema de transportes

39 comentários

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  • A notícia é louvável, ainda que a linha foi concedida para a CCR e o Metrô continue responsável pela compra de trens e expansão da linha. Colocar essas responsabilidades na mão da operadora privada desoneraria a estatal para que pudesse tocar outras obras. Mas os termos dessa “parceria” me parecem escusos. Além disso, mostra quão grande é o descaso pela zona leste. Testes do CBTC na linha 3 somente 10 anos depois do contrato assinado. Extensão da linha 2-Verde parada, monotrilho que não chegará no Ipiranga e nem se expandirá além do Jd. Colonial. A propósito, parece que a única maneira da Linha 10-Turquesa da CPTM qualificar suas estações é recebendo uma conexão com o Metrô, tal qual Tamanduateí. Fica uma pergunta: quais são os entraves financeiros e burocráticos para a construção de uma estação que envolva Metrô e CPTM?

  • Com a aberturas de novas estações, acredito que o volume de passageiros seja distribuído. A estação Capão redondo recebe toda população do Fundão da zona Sul.

  • A frota F não deve ser descartada NÃO afinal, os trens não são tão antigos e com a reforma será dado não só uma na nova “roupagem” mas sim um novo sistema que se adequará as normas. E, sem contar que o metrô não estaria reformando eles a toa pra vender. Não a necessidade de vender trens sendo que temos eles bem aqui. A expansão é louvável a região que carece de um transporte em massa com mais qualidade. E se tratando de governo esse partido que ainda está aí nunca deu ênfase ao nosso sistema de transporte. Mas como muitas promessas foram feitas ao decorrer dos tempos esse momento e mais que imprescindível para finalizar as promessas mais antigas deles. Fora que mesmo assim sendo finalizado tudo ainda teremos um certo déficit em transporte por trilhos.

  • Sabemos que uma concessão da operação é que não envolve de fato os ativos . Não sei se haveria espaço legal mas uma opção imediata seria aditar o contrato com a contrapartida do prazo contratual e mesmo um valor adicional na remuneração pelo serviço.

  • Na verdade me assusta, em primeiro acho que deveria arrumar a estação do Capão Redondo, que não comporta tanta gente, todos os dias, o jornal mostra as dificuldade desta estação.

  • Já está horrível embarcar em Capão Redondo e Campo Limpo, imaginem como vai ficar depois destas três estações?!?!!? O uso será praticamente impraticável!!!!
    Pretendo não residir onde atualmente moro, pois vai ficar muito ruim e a atual Via Mobilidade vai passar a se chamar Via Imobilidade!!!!

    • Foi o que eu escrevi no artigo. Capão é cheio justamente por causa de passageiros do Ângela. Com as novas estações distribui as entradas nas estações

      • É o mesmo problema que existe com as estações “extremas” da Linha 4 – Amarela, que recebem um enorme fluxo de pessoas de Taboão da Serra, Vila Sônia e dos bairros adjacentes. Como dito no artigo e como foi possível ver no caso da Linha 4 – Amarela, com a inauguração dessas novas estações houve a distribuição das linhas de ônibus, do fluxo dos passageiros, demonstrando que essa preocupação que hoje existe tende a diminuir.

        Outro exemplo (mais antigo) que eu posso dar é a diminuição de pessoas do ABC e até mesmo de parte da ZL nas Estações Paraíso e Ana Rosa após a inauguração do trecho entre Ana Rosa e Vila Prudente. É um exemplo que também demonstra uma distribuição do fluxo e do acúmulo que até então existia nas estações.

      • Fernando

        Concordo com a sua sugestão, sou morador do Jardim Ângela várias pessoas da região vai todos pegar na estação Capão Redondo quem assistiu a matéria do bom dia são Paulo de quarta feira viu como está saturado aquela estação é assim todos os dias eu tenho que sair de casa 20 minutos antes que é o tempo que demora para passar a catraca, muita gente do Jardim Ângela é da mboi mirim vai pegar no Capão Redondo com o metrô no Jardim Ângela vai melhorar o fluxo desta estação.
        Antes você levava 10 minutos de ônibus do Jardim Ângela ao Capão Redondo hoje demora 30 minutos.

        O bom que o metrô pensa um dia em fazer este metrô porém agora não sabemos quando é qual gestão ira fazer este metrô.

        O secretário Alexandre baldy me respondeu em uma publicação que nesta gestão iriam começar porém não botei muita fé

    • Fernando galfo

      Em meados de 2015 foram feitos os serviços de sondagem de solo na região do Jardim Ângela, você acha que vão fazer novamente ou vão usar o mesmo serviço para avançar nesta etapa?

  • As linha 5 lilás, deveria ir não apenas até o Ms. Ângela mas até. O Autódromo de Interlagos ou o Ms. Cartinha. Cruzando em linha reta por cima da Represa Guarapiranga…

    • Concordo com esse comentário, pois quem mora mora Jd. Ângela para acessar Interlagos precisa ir até o Socorro. Assim, aumenta a perda de tempo do passageiro e a quantidade de veículos no percurso, causando congestionamento nas vias.

  • Olá Fernando.
    Na sua opinião por qual motivo os os trens da frota F do Metrô são tão queridos assim pelos amantes do tema mobilidade urbana e transporte sobre trilhos? Não acho que essas composições da frota F serão tão emblemáticas assim como as antigas locomotivas do transporte ferroviário, mas desde a retirada de circulação desta frota muita gente ainda sente falta. Abraços

  • Recentemente foi divulgado um estudo da Linha Lilás ir até a Estação Ipiranga da linha Turqueza da CPTM passando pelo Museu do Ipiranga. Esta ideia não vai vingar?

  • Na verdade, quase todas as expansões acrescentam usuários. Normalmente, NÃO ocorre uma redução significativa de demanda na estação que deixa de ser terminal, e ainda, no novo trecho, passa a ter uma demanda maior do que aquela que havia na estação que era terminal. Foi assim em praticamente todas as expansões de linhas, e não deverá ser diferente no caso da Linha 5-Lilás. Aliás, com 3 estações a mais em uma região-dormitório, carente de transporte de massa, certamente o que expus aqui ocorrerá.

    O próprio Metrô cita que boa parte da nova demanda virá do corredor de ônibus da M’Boi (demanda esta que, provavelmente, sequer pisa hoje em alguma estação da Linha 5). Por outro lado, o Metrô não cita nada de redução significativa de usuários na estação Capão Redondo com essa expansão. No final, ainda coloca que vai haver um aumento em torno de 200 mil usuários por dia com relação ao projetado para hoje.

    Se vai aumentar por dia, vai também aumentar, obviamente, nos horários de pico. Portanto, está certo quem diz que a coisa vai pegar para quem hoje já usa a linha e mora próximo a alguma estação entre Capão Redondo e Giovanni Gronchi, por exemplo.

    É fato também que essa expansão é muito necessária, pois a mobilidade naquela região é péssima! Mas, por outro lado, o projeto original previa que a demanda seria dividida entre a Linha 5-Lilás e o finado monotrilho da SPTrans na M’Boi Mirim. O problema é que, no projeto atual, praticamente toda a demanda do Jardim Ângela cairá nas costas da Linha 5, tornando-a extremamente superlotada, tanto que o carregamento máximo (p/h/s – passageiros por hora em um mesmo sentido) estimado para a 5-Lilás (com base na OD 2007), nesse cenário futuro (operando até o Jd. Ângela), será equiparado ao da linha mais carrregada atualmente: a Linha 3-Vermelha, que hoje carrega cerca de 56 mil p/h/s no pico da manhã.

    Se ao menos tivessem projetado a Linha 5 para trens com formação de 8 carros cada, como foram as primeiras estações (quando a CPTM a construiu), esse alto carregamento poderia ser “mais facilmente” atendido. Mas, quando entrou o Metrô, o seu conservadorismo falou mais alto, e insistiram na formação de 6 carros por trem, deixando estações com plataformas longas sem uso e reduzindo a capacidade de oferta da linha. Essa conta vai ser cobrada um dia com o prolongamento até o Jd. Ângela e a consequente saturação da linha. Com 6 carros por trem, dificilmente alguém vai viajar no futuro nessa linha sem ser totalmente espremido (isso quando consegue embarcar), tal como ocorre na Linha 3 hoje.

    A “boa notícia” para a Linha 5 é que ela NÃO será a mais carregada da rede no futuro. Esse posto será ocupado pela Linha 2-Verde, que deverá ultrapassar, “tranquilamente”, os 60 mil p/h/s de carregamento, com uma expansão (muito maior do que a da Lilás) com a qual a Verde não terá a menor condição de arcar (pois já terá demanda de sobra para se preocupar: o monotrilho da Linha 15-Prata e talvez o da 18-Bronze também ou o que vier no seu lugar).

    Assim, na próxima década, o “ranking” das três linhas de maior carregamento deverá ser (do maior para o menor): 1°. Verde; 2°. Lilás; 3°. Vermelha (como sabido, esta última será desafogada, sobretudo, pela extensão da Linha Verde).

    Aproveitando que houve uma postagem recente a respeito, a L2-Verde, para salvar a L3-Vermelha, carregará futuramente MAIS do que a Vermelha atualmente (mais de 60 mil p/h/s, no mínimo e no melhor dos cenários, contra 56 mil da Linha Vermelha hoje). Isso com a Verde chegando até Penha só (sem Guarulhos ainda no cardápio da linha para saturá-la ainda mais!). Paradoxos que o Metrô simplesmente não explica, pois só olham um lado da moeda (o bom) e não o outro lado (o ruim).

    Só ressaltando que tudo que citei acima (dados atuais e projeções/simulações) foi obtido diretamente por mim com o próprio Metrô. Não tem nenhum “achismo” da minha parte. Se quiserem saber mais ou verificar a veracidade dos números que citei, solicitem também ao Metrô tais dados e tirem suas próprias conclusões, pois relatório nenhum desta Companhia irá ressaltar pontos negativos de futuras obras.

    • REALMENTE A DEMORA DAS OBRAS CAUSA UMA INSATISFAÇÃO E DUVIDA ENTRE NÓS.
      VEJA SÓ ESTOU NO CAMINHO E CONTENTE COM A EXTENSÃO FA LINHA VERDE.
      VILA PRUDENTE-GUARULHOS, MAS NÃO SAI DO PAPEL.
      PRIMEIRA NOTICIA DESTA LINHA FOI EM 2009 COM ENTREGA EM 2012, NADA FOI REALIZADO
      VAMOS ACELERAR AS OBRAS DA VILA PRUDENTE ATÉ A PENHA, NAO TERMINAR A PRIMEIRA FASE NA VILA FORMOSA.
      VAMOS AGUATDAR.

    • Perfeito e excelente o teu comentário, Victor. A expansão metroferroviária é sempre bem vinda e extremamente necessária, no entanto a região da Estrada do M`Boi Mirim é carente ao extremo de transporte e há uma quantidade elevada de residentes. Sendo assim, é bem mais óbvio fazer uma nova linha correndo pela própria Estrada do M`Boi Mirim não só para tentar desafogar a demanda de usuários pela linha Lilás, mas também dar mais opções de transporte e ligação à zona sul como um todo. A zona leste, contando Metrô e CPTM, tem algumas opções enquanto a zona sul padece.

    • Monotrilho a partir de L5 ao Ângela continua importante. O que era maluco naqueles monotrilhos da SPTRANS era suposição que substituiriam L5 no Ângela.

      • Olá boa noite!!
        Meu nome é Milton, gostaria de saber, quando será o início das obras do metrô para o jardim Ângela?…para acabar com o sofrimentos dá população da região, porque não aguentamos mais, tantos abondonos e promessa dos políticos, esperamos que João Dória, Fassa algumas coisas para nossa esperança não morrer.
        Esperamos que não seja mais um, que irá lembrar só dos votos, e nus 49 minutos, fazer os apelos, e falsas promessas,e bom que todos estejam de olhos.

  • Como morador da proximidade com estação Capão Redondo , minha opinião é que essa extensão será o caos para a Linha Lilás . Nosso governador e sua equipe deveria sim era deixar sua marca num possível ligação do Jardim Angela a Lapa com traçado pela estr. M’ Boi Mirim beneficiando com estações os moradores da região. São duas regiões carentes de metrô e com certeza seria um traçado interessante . Agora estender a linha Lilás até o Jardim Angela será entrega-la a um calamidade sem limite de inchaço com conserto irreversível. Repense senhor governador, repense.

    • Perfeita colocação, Walter. A melhor solução para o Jardim Ângela não é a extensão da linha 5 Lilás, mas sim a criação de uma nova linha na região com traçado por toda a Estrada do M`Boi Mirim. Poderia pensar-se em duas opções de destino: uma para a estação Anhangabaú, correndo pelas avenidas Vitor Manzini, Washington Luis, Moreira Guimarães, Rubem Berta e 23 de Maio e integrando com as linhas 9 Esmeralda( Socorro), 17 Ouro( Aeroporto), 20 Rosa( Rubem Berta), 5 Lilás( AACD Servidor), 1 Azul e 2 Verde( Paraíso), 6 Laranja( São Joaquim) e 3 Vermelha( Anhangabaú); outra para Vila Olímpia, correndo pelas avenidas Cecília Lotemberg, Churchi Zardan e Engenheiro Luis Carlos Berrini e integrando a linha 9 Esmeralda( Socorro e Vila Olímpia) e 17 Ouro( Churchi Zardan). Seria bem mais racional se expandir o metrô de forma planejada e racional na zona sul assim como se objetiva a expansão na linha 2 Verde e com a futura linha 16 Violeta.
      A zona sul é extremamente povoada e imensa para se pensar em projetos metroviários tão medíocres como uma expansão de uma linha saturada em número de passageiros. Concordo plenamente que muitos usuários da estação Capão Redondo são moradores do Jardim Ângela e entorno, porém a inauguração de tal estação acarretará em saturamento total da linha em virtude da quantidade de residentes em torno da região que usará a mesma.
      Acho que a zona sul merece novas linhas de metrô nas regiões da Estrada do M`Boi Mirim, Avenidas Belmira Marim, Cupecê e Nossa Senhora do Sabará e não remendos como o gestor jumento está propondo.

      • Perfeito Aislan , sua ideia de traçado é ótima. Só nos resta saber se o governador lê o Ferroviando e possa comprar nossa ideia para a felicidade de quem utiliza a linha 5 Lilás. Aliás ele deveria vir até a estação Capão e tentar entrar na mesma no período de 6:30 as 7:00 hs e depois voltar das 18 as 19 há para sentir na pele .

    • Gostei da ideia, acho que vocês têm razão, só ache que essa população
      Que mora no fundão, que e da regiões, embu-guaçu, cipó Jacira, vila Calu Horizonte azul, Jd Vera Cruz, capela, cerejeira, vai ter que esperar sair do papel, e mais uns 10 anos até ser concluído essas obras, Será que a população não merece exefluir aquilo que já estão em andamentos?
      Até que elaboram outros projetos.

  • Olá
    Gostaria de saber como vai ser essa construção da linha Lila, vai ser no alto por cima do córrego, como ela vem de santo Amaro?
    E por onde ela vai passar?
    Será que vai haver desapropriação, tem uma grande comunidade perto do terminal Jd Ângela.

    • Caro Fernando moro na região do Jardim Capela, um lugar esquecido que se quer não tem nem duplicação da avenida, teremos que dar. Graças a deus se este metrô chegar ao jardim Ângela.
      Nossa região não tem estrutura para um metrô infelizmente.

  • na estação comendador Sant anna, os ônibus de integração com metrô principalmente aqueles que só anda lotado deveriam ir pra essa estação comendador Sant Anna assim o trânsito afogaria mais.

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