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Baldy anuncia 34 novos trens para a CPTM e 44 para o Metrô

investimentos novos trens para CPTM e Metrô

Continuando nosso artigo referente ao balanço da gestão do Secretário do Transportes Metropolitanos Alexandre Baldy à frente da STM para Assembléia Legislativa, foi apresentado também um tópico referente a investimentos.

Nele, dentre outras coisas, o secretário divulga que a CPTM terá 34 novos trens que servirão para substituição de frotas antigas e para o atendimento da Linha 9 Esmeralda até Varginha e a extensão da Linha 11 Coral até a Barra Funda, algo que já havíamos falado aqui.

Os novos trens também serão para melhoria de ofertas nas linhas. A estimativa de custos é de R$ 1,5 bilhão. Em fevereiro a CPTM disse via lei de acesso ao Ferroviando que a Linha 10 Turquesa seria prioridade.

Acredito que com a compra de novos trens, outros trens da Série 7000 serão alocados na Linha 9 Esmeralda para a extensão até Varginha para manter a padronização da frota. Atualmente há 9 trens da série 7000 na Linha 12 Safira.

Já para o Metrô são 44 novos trens sendo 22 para a extensão da Linha 2 Verde até Penha e 22 para melhoria de oferta nas Linhas 1 Azul e 3 Vermelha – muito provável por causa da implantação do CBTC. A estimativa de custo é de R$ 1.7 bilhão.

Muito provavelmente esses 22 serão a substituição da Frota E que estava em estudo e foi anunciado pelo Presidente do Metrô Silvani Alves Pereira durante encontro com sites de mobilidade urbana no início do ano e que o Ferroviando participou. Atualmente eles são os únicos sem ar-condicionado.

O prazo do edital? Antes do que vocês imaginam.

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Fernando Galfo

É engenheiro por formação e entusiasta de obras de mobilidade urbana. Utiliza transporte individual na maioria das vezes mas acompanha e sabe da real e urgente necessidade de investimentos em infraestrutura e principalmente em transporte público aliadas com políticas públicas de redução da pendularidade do sistema de transportes

14 comentários

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  • Sempre a renovação da “frota” é de suma importância, mas é necessário, porquê não dizer urgente, o aumento da “frota” (composição). Outra necessidade de extrema urgência 3 a despoluição dos rios Tietê e Pinheiros. Nestes dias sem chuva é terrível o mal cheiro. Outros, os mesmos poderiam ser aproveitados para transporte de passageiros em lanchas ou pequenas barcas, de leste a sul da cidade. Acorda governador e prefeito de São Paulo.

  • Acredito que a frota E não precisa ser dispensada, uma vez que as demais frotas antigas foram reformadas e colocadas AC. Ao menos, permita mais tempo de vida útil, a não ser que hajam problemas técnicos nessa frota que interfiram constantemente no headway da linha.

  • Ótima notícia, me empolguei quando li, linha 10 turquesa onde parece que 90% da frota são dos trens espanhóis dos anos 70 da série 2000 e o expresso é aquele trem musical da Siemens série 3000 que mais quebra do que opera !

  • E as estações da linha 12 Safira de Itaquaquecetuba que estão um lixo?
    Nem iluminação tem, no espaço onde embarca e desembarca às pessoas do vagão especial é um perigo porque fica nas escuras.
    As escadas caindo aos pedaços de ferrugem não comportam a quantidade de pessoas que utilizam a s mesmas.
    Porque não temos os mesmos privilégios que tem os moradores da idade de Sao Paulo se pagamos a mesma tarifa que eles pagam?
    Doria, é assim que vai querer ser presidente? Discriminando certas populações?

  • Espero que estes administradores já tenham aprendido a especificar a largura correta das carruagens destes 34 novos trens entre 3,05 e 3,15m sem que seja necessário usar estribo nas portas, e acabar com aquela velha desculpa que o vão entre a plataforma e os trens era pelo fato de se trafegar trens cargueiros, pois as antigas composições da Budd em aço inox que fizeram o trajeto entre Francisco Morato até Paranapiacaba por mais de trinta anos não as possuem, sendo que na época a quantidade do trafego cargueiro era muito maior, e ainda existem algumas composições restauradas como testemunha desta minha afirmação para comprovar este fato.

    Nota; Esta aberração da largura das carruagens começou no ano de 1996 com a importação de composições usadas da Espanha da década de 70 que possuíam a bitola ibérica (maior) e foram rebitolados e instalados aqueles estribos, pois era impossível corrigir a largura das carruagens ~2,85m, estas composições ainda trafegam na Linha 10-Turquesa.

    A norma que dispõe da acessibilidade e ergonomia em trens urbanos é a NBR-14021 da ABNT, e no item: 5.6.4 – Vão e desnível entre o trem e a plataforma 10 cm no máximo (horizontal) e 8 cm no máximo de desnível (vertical), porém ela é omissa com relação ao comprimento máximo do estribo.

    “Quando não se aprende com os erros do passado, corre o risco de repeti-los no presente.”

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error: Hum, não vale copiar né??