Linha 2 Metrô

Obras da extensão da Linha 2 Verde começam no primeiro trimestre de 2020

Extensão da Linha 2 Verde do Metrô Dutra
Traçado da Extensão da Linha 2 Verde

O Governador João Doria e o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, anunciaram a retomada da extensão da Linha 2 Verde até Penha com a elaboração dos projetos executivos ao custo de R$ 5.5 bilhões.

Os projetos executivos são relativos ao trecho de 8,3 km e 8 estações, entre a Vila Prudente e a Penha: “A meta é iniciar as obras no primeiro trimestre de 2020, quando os projetos executivos estiverem aprovados

Parte do valor já foi utilizado na desapropriação de 96,5% dos 226 imóveis necessários para a obra.

De acordo com o anúncio, “As estações a serem construídas são: Orfanato, Água Rasa, Anália Franco, Vila Formosa, Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva e Penha. Com o novo trecho, será possível transportar diariamente mais 377 mil pessoas na Linha 2 – Verde, que terá conexão direta com as linhas 3-Vermelha, 11-Coral (CPTM) e 15-Prata. Isso vai facilitar o deslocamento dos trabalhadores que saem da zona leste com destino às regiões da Paulista, sul e sudoeste da capital. Também é estimada a melhora na distribuição dos passageiros pela rede de transporte sobre trilhos, em especial nas linhas 3-Vermelha e 1-Azul.”

O Metrô ainda vai elaborar a licitação para a aquisição de 22 novos trens para a Linha 2 – Verde, sistemas de alimentação elétrica, sinalização e controle, telecomunicações, portas de plataforma e auxiliares.

Quando concluída a extensão até Penha, a Linha 2 Verde terá 23 km de extensão, com 22 estações desde a Vila Madalena. Assim será a linha de metrô mais extensa de São Paulo transportando transportando mais de 1,1 milhão de pessoas por dia.

No vídeo abaixo, o Secretário dos Transportes Metropolitanos, diz que o prazo de entrega de todas estações até Penha é final de 2025. Doria ressalta que terão entregas parciais conforme as estações ficarem prontas.

Prorrogação

Recentemente divulgamos com exclusivamente que o início das obras foi adiado em 6 meses

Ou seja, em setembro teremos outra prorrogação da ordem de serviço, com data limite de março de 2020.

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Fernando Galfo

É engenheiro por formação e entusiasta de obras de mobilidade urbana. Utiliza transporte individual na maioria das vezes mas acompanha e sabe da real e urgente necessidade de investimentos em infraestrutura e principalmente em transporte público aliadas com políticas públicas de redução da pendularidade do sistema de transportes

25 comentários

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  • Não faria sentido também uma extensão da Estação Vila Madalena até a Estação Cidade Universitária ou Villa Lobos-Jaguaré, para interligação com a Linha 9-Esmeralda ?

  • Segundo o secretario a obra finalizará em começo de 2025. Historicamente o PSDB batem recordes de atraso em obras do metro. Isto colocará a prova todo o discurso que nasce um novo PSDB a frente do Doria. Voce confia?

  • Espero ansiosamente que o anúncio do Governo do Estado se concretize, como morador da Vila Carrão, serei afetado positivamente pela obra. Aguardar pra ver.

  • Entendo ser a extensão da linha 2-Verde até Guarulhos, que é um dos maiores municípios do Brasil e não tem Metra maior prioridade das expansões que terá conexão direta com as linhas 3-Vermelha, 11-Coral (CPTM) e 15-Prata Monotrilho, levando em conta que a maioria das desapropriação já se encontra executada.

    E irá melhorar mais ainda se se prolongar o terminal da Linha 4-Lilás, que é hoje feito na Chácara Klabin até a Estação do Ipiranga da Linha 10-Turquesa da CPTM a se juntar ao futuro terminal da Linha 15-Prata do monotrilho, conforme planejamento do próprio Metrô.

    Tal atitude visa o conforto dos usuários de se evitar transbordos simultâneos da Linha 2-Verde do Metrô que deverá estar saturada quando for prolongada até Guarulhos, e cruzar com a Linha 3-Vermelha a comprovadamente a mais saturada do sistema!!!

  • Em razão das desapropriações concluídas até a futura Estação Penha, aliado a ausência na viabilidade em se concretizar uma PPP, decidiu-se por reduzir sua extensão.
    Nesta altura, efetivar as desapropriações integralmente até a estação Dutra geraria um gasto considerável e adicional ao Estado, além do tempo na tramitação dos processos.
    Outra opção, aparentemente descartada pela sondagem realizada, seria a de conceder a linha já em operação a iniciativa privada, acrescendo ao contrato a obrigatoriedade do vencedor em promover a ampliação da linha, inclusive, a construção do pátio e aquisição dos trens.

  • Lamentável. E as estações Penha de França e Tiquatira com áreas já desapropriada? Terreno fértil para invasões. Péssima notícia para os Penhenses.

  • O prazo dado pelo Baldy bate com o prazo estipulado naquela planilha da STM que foi divulgada há algum tempo atrás, esperando que as outras obras que la constavam também se concretizem, como a linha 22 – Bordô que cruzaria paralelamente a Rodovia Raposo Tavares e que está a beira de um colapso. No horário de pico gasto mais de uma hora do Jd Boa Vista (km 18) até o Butantã, um trajeto de cerca de 8km e que fora do horário de pico é feito em, no maximo, 20 minutos!

  • concordo com o comentário do Rodolfo, o metro precisa ter projetos para expandir a linha 2 Verde em sentido a zona Oeste, hoje a linha finaliza na Vila Madalena, o que na minha opinião não faz sentido nem um, a linha precisa chegar urgente a Estação Villa Lobos-Jaguaré, assim trará beneficio aos moradores da Vila Leopoldina, Alto da Lapa, Jaguaré, Rio Pequeno, Butantã e desafogaria a já lotada Linha 4 Amarela.

  • Essa expansão da L2-Verde até Penha NÃO é essa maravilha toda que estão pintando. De fato, é muito boa para alguns (para quem, no futuro, vai continuar na desafogada L3-Vermelha), mas PÉSSIMA para outros (para quem não tiver escolha, a não ser passar pelo futuro trecho crítico/CAÓTICO da L2-Verde)!

    Concordo que a L3 precisa ser desafogada, mas desde que isso NÃO implique tornar outra linha (a L2) mais saturada do que a própria L3 hoje, porque isto seria algo ilógico e insano, além de promover um desequilíbrio de demanda na rede (ao contrário do que, em tese, pretendem).

    Do ponto de vista da rede, a expansão da L2 é ótima, pois cria uma nova conexão e uma nova opção de trajeto, além de propiciar um acesso mais rápido à rede para mais pessoas.

    Já do ponto de vista do CARREGAMENTO (passageiros embarcados por hora em um mesmo sentido da linha — p/h/s), para não parecer um “achismo” de “conversa de bar”, vamos analisar com base em dados superatuais que obtive diretamente com o Metrô SP (via Lei de Acesso à Informação/SIC):

    – Em 2020 (com L15 até São Mateus, e, obviamente, SEM uma possível L18-Bronze na conta), a L2-Verde atingirá um carregamento de 51 mil p/h/s na hora pico da manhã, com 31 mil embarques, em apenas 60 min, só na estação Vila Prudente da L2 (vale destacar: um volume de embarques, por hora e em um mesmo sentido de uma linha, NÃO registrado hoje, nem no pico da manhã nem no da tarde, em nenhuma estação sequer da rede, nem em Sé, nem em República, nem em Barra Funda e menos ainda em Itaquera).

    – Em 2022 (com L15 de Jardim Colonial a Vila Prudente, e ainda também SEM considerar uma possível L18), a L2-Verde atinge 52 mil p/h/s de carregamento no pico matutino, com 32,3 mil entradas, também em apenas 60 min, só em Vila Prudente desta mesma linha.

    – Levando MUITO em consideração que a chegada da Linha 2 em Penha NÃO irá trazer nenhuma redistribuição de demanda nesta linha, mas sim ao contrário até: elevará seu carregamento, como já simulado anteriormente, para MAIS (ou muito mais) de 60 mil p/h/s.

    – Levando também em consideração que o carregamento máximo atual da L3-Vermelha está em torno de 56 mil p/h/s no pico da manhã, 51 mil no da tarde (o mesmo que a L2 deve carregar já no ano que vem), e tem estado abaixo de 60 mil p/h/s há anos já, e que a chegada do monotrilho em São Mateus e depois em Jardim Colonial vai, no mínimo, reduzir a pressão para aumentos de demanda na Linha 3 (se é que não vai acabar também por transferir gente da L3 para a L2 via monotrilho).

    – E, por último, não menos importante, a chegada da L2-Verde na Penha desafogará a L3-Vermelha. Portanto, o carregamento desta linha que chega em Itaquera deverá ser MENOR do que é hoje. Aliás, até a L1-Azul ganhará com isso, e olha que o carregamento máximo atual desta linha, no pico da manhã, não mais ultrapassa a marca de 40 mil p/h/s (no sentido Jabaquara neste caso; já no sentido contrário, mesmo com a integração com a Linha 5, é ainda um pouco menor). Não é porque a Linha 1 é a mais movimentada que ela precisa ser desafogada (inclusive, agora mesmo, em 2019, a Linha 2-Verde já ultrapassou a 1-Azul em carregamento), a não ser que o Metrô esteja querendo adotar, apenas na sua linha mais antiga, um novo padrão de conforto de no máximo até 4 em pé por metro quadrado em vez de 6 (vai saber, não é?!).

    Assim, pergunto: MENOS de 60 mil de carregamento saturam a Linha Vermelha, mas MAIS de 60 mil não saturam a Linha Verde? Se com o terminal da linha em Vila Prudente, o Metrô já vai ter de fazer muito bonito para conseguir dar conta da demanda de todo o monotrilho vindo de São Mateus, já pensaram como vai ficar quando, no pico da manhã, Vila Prudente, HIPERLOTADA, virar estação de passagem onde quase ninguém sai dos trens, mas uma multidão quer entrar? Tamanduateí, então, vai ficar pior do que o Brás!

    No final das contas, “fiquei confuso”. Qual linha mesmo que vai ficar na UTI?

    * P.S.: Deixo mais algumas curiosidades a seguir, com alguns números máximos atuais aproximados de entradas/embarques por hora no pico da manhã na L3 (para provar como mais de 30 mil previstos só em Vila Prudente é INSANO!!!):

    – Itaquera: 14 mil;
    – Artur Alvim: 11,6 mil;
    – Brás: 11 mil (este é o total, mas tem uma parcela, mesmo que pequena, que pega em contrafluxo);
    – Barra Funda: 24,5 mil (é a mais movimentada da manhã, mas entram em “contrafluxo”; já no pico da tarde é bem menos, mas pode parecer ser mais neste horário por conta da oferta ser reduzida em 50%, já que, como muitos sabem, metade dos trens passam direto sem parar na proporção 1:1).

    • Prezado Victor,
      Com relação ao planejamento de expansão do sistema Metrô ferroviário, é importante que se priorize o trecho de maiores demandas, com cruzamentos e integrações com as linhas existentes, nestes aspectos os entendimentos reconhecidos pelos planejadores é de que a extensão da Linha 2-Verde é sem dúvida a mais benéfica das que estão planejadas, mesmo não chegando até Guarulhos como seria o desejado.

      Com relação da Linha 15-Prata do monotrilho que hoje faz terminação na Vila Prudente, fara terminação na Estação do Ipiranga da Linha 10-Turquesa da CPTM, assim como o terminal da Linha 5-Lilás, que é hoje feito na Chácara Klabin existindo conforme estudo e planejamento do próprio Metrô.
      Por sua vez no lado oposto da Linha 15-Prata do monotrilho cuja previsão é de sua chegada até o sistema Jacu Pêssego e iria a se somar as Linhas 3-Vermelha, e 11-Coral, justificando a alta demanda da zona Leste que será aliviada.

      Com relação aos monotrilhos das linhas 6-Laranja , e 17-Ouro, as demandas podem esperar, e poderiam até ser BRT, e com relação a Linha 18-Bronze ABC entendo que obrigatoriamente deva ser elevado por trafegar em região de enchentes frequentes, (Córrego dos Meninos / Tamanduateí).

      • Leoni,

        A alta demanda da zona leste não será desafogada, mas sim apenas transferida e canalizada para a Linha 2-Verde, ou seja, será o mesmo que enxugar gelo. A verdade é que ou a Linha 2 leva nas costas o monotrilho (e, na verdade, ainda serão dois monotrilhos, porque tem a possível Linha 18-Bronze, a qual é muito necessária para a região do ABC), ou leva nas costas a extensão até Penha. As duas coisas não dá! É insano!

        Falam em desafogar a Linha 3-Vermelha (isto é necessário), mas vão impor um carregamento para a Linha 2-Verde maior até do que o da Linha 3 hoje. Alguém me explica qual a lógica desse “planejamento”?

        Não é à toa que só comemora isso quem é atendido diretamente pela Linha 3-Vermelha, porque quem vai precisar exclusivamente da Linha 2-Verde para seguir viagem vindo, por exemplo, da Linha 15 ou do ABC (Linha 10) não é louco de comemorar (a não ser que seja masoquista), porque sabe que terá dificuldades terríveis para acessar a linha que segue por toda a Av. Paulista.
        E isto não é egoísmo! Egoísmo é querer desafogar a linha que a pessoa usa no esquema “custe o que custar” (para não dizer um “palavrão”). Antes que alguém diga que a tal da Linha Vermelha está superlotada há décadas, eu já rebato e digo que a região da zona leste hoje atendida, direta ou indiretamente, pela Linha Verde, só passou a usufruir de uma linha de metrô há pouco tempo (só em 2011 passou a funcionar em horário de pico), enquanto a Linha 3 está em Itaquera desde antes de 1990 (quando ainda nem existia o “Ramal Paulista”). E a Linha 2 vai ficar saturada por quantas décadas?

        Enfim, o Metrô decidiu (e sabe bem disso) que vai tranferir demanda apenas para desafogar uma linha em detrimento da outra. Para desafogar a demanda da zona leste só com linha nova que não fica despejando demanda absurda em linhas e trechos já saturados. Mas como o Metrô perdeu tempo (e dinheiro) fazendo estudos e projetos para o prolongamento da Linha 2 em vez de focar já numa linha nova para o leste da cidade, agora não tem muito mais o que fazer, a não ser tocar o que já está aí e “custe o que custar”, ou seja, quem se prejudicar totalmente com isso será por pura “má sorte”. Afinal, como diz o ditado: “o pau que bate em Chico não bate em Francisco”.

    • Eu queria q a L15 ussase as vias do BRT (e esse fosse terminado) e fosse até pedro II pensando em uma futura conexão c a L4 em Pari.
      Você fez diversos calculos, mas n pensou na conexão da L11 na estação penha, qria ver como seria a demanda ali :v

      • Matheus,

        Eu também gostaria que a Linha 15 fosse direto para o centro, mas, infelizmente, demoraram muito para resolver mudar o projeto do corredor de ônibus para monotrilho, senão esse trecho até o centro, provavelmente, teria sido feito em monotrilho também.

        Mas nada impede de seguir o monotrilho pela Av. do Estado até o centro, pararelo ao Expresso Tiradentes. Há quem diga que isto seria um absurdo e degradaria ainda mais a Av. do Estado. Eu penso exatamente ao contrário: o monotrilho revitalizaria esta avenida até a região central da cidade. Haja vista a Anhaia Mello, que, na minha humilde opinião, melhorou com a Linha 15 e com tudo mais que foi implantado na região em decorrência dela.

      • Matheus,

        A sua sugestão tem coerência, porém talvez o monotrilho L-15 Prata poderia ser terminal com as vias do BRT, porém sem se interpenetrar, mais infelizmente são de modais diferentes!

        Agora vou te dar um exemplo do que significa isto; no Metrô do Rio o modal das três linhas existentes são iguais utilizando a mesma bitola, 1,6m e a mesma forma de alimentação elétrica (terceiro trilho 750Vcc), significando que é possível se utilizar sem transbordo as três linhas L-1, L-2 e L-4 ( a L-3 que não existe a três ainda) que se interpenetram sem necessidade de transbordo utilizando as mesmas composições e mesmas garagens em comum, ou seja não existe esta segregação que ocorre em SP.

        Por volta do ano 1996 após a conversão da linha métrica da ex. Sorocabana, as bitolas existentes para trens suburbanos e metrô nas principais capitais e cidades brasileiras já eram em 1,6m, sendo o metrô utilizava a tensão de 750 Vcc e trilho eletrificado, porém as futuras linhas 4 e 5 do Metrô-SP e de Salvador-BA, foram concebidas de formas divergentes das existentes no Brasil, em bitola de 1,43m e tensão de 1,5 kVcc em pantógrafo / catenária, contrariando a opinião dos técnicos, pois foi uma opinião política sem nenhum fundamento, e a época da implantação de ambos após o ano de 1996, coincide com as denuncias comprovadas de cartéis e propinas amplamente divulgadas na mídia, em um claro erro de desvio de conduta.

        A professora, livre-docente da FAU, Klara Kaiser, que trabalhou no metrô de São Paulo durante 15 anos resume bem nesta frase. “Na minha experiência no Metrô, aprendi que quanto menos variação de tecnologia entre as linhas, melhor e mais eficaz será o sistema, porque os processos de construção e reposição ganham eficiência quando não temos uma variação grande de tipos de transporte”.

        Conclusões:
        A padronização continua sendo uma forma extremamente econômica e ágil de se expandir, integrar, uniformizar, racionalizar e minimizar os estoques de sobressalentes e ativos e a manutenção de trens de passageiros no Brasil.

        As análises globais, e especificações técnicas devem ser de iniciativas e interesses do cliente, e não dos fabricantes, que poderão sugerir, mas não impor o seu produto.

        A integração e interpenetração metrô-ferroviária deve-se impor de forma prática e concreta, e não em discursos contraditórios eleitoreiros.

    • Falou as mesmas besteiras no Metrô CPTM e falou aqui também, pena que não te respondi lá porque o dono daquele blog desativou o recurso de resposta aos comentários.

      • Makoto, você se referiu a mim?
        Se sim, então favor explicar (e justificar), com base em dados concretos e reais, quais “besteiras” eu falei na sua opinião.

        Se conseguir responder com argumentos sólidos e justificáveis (como eu sempre procuro fazer), aí quem sabe vc até não me convence do contrário, como, por exemplo, de que a partir de 2026 (quando a Linha 2, pela programação, estará já na Penha) ninguém vai ter mais nenhum grave problema para sair da zona leste pela rede de metrô (será?!).

        Outra coisa: se possível, me diga também onde vc mora, porque, muitas vezes, a resposta a esta pergunta já justifica todo o pensamento.

        No aguardo.

  • lamentavel que Guarulhos ficara mais uma vez em segundo plano ..acho que falta vontade politica e empresarial ….2005 ate 2019 e nada de metro em Guarulhos

  • Prolongar as Linha 15-Prata até a estação Ipiranga na Linha 10-Turquesa, a única que possui três linhas assim como à Linha 5-Lilás a fim de “aliviar” a Linha 2-Verde, a qual, futuramente será uma das linhas mais concorridas de São Paulo, tratando-se de uma solução sensata.

    Por outro lado da Linha 15-Prata a sua terminação deveria ser até a Jacu-Pêssego como próprio planejamento do Metrô já descreveu, tais atitudes deveriam ser priorizadas antes de de se iniciar quaisquer outras linhas de forma concomitante!!!

    Com relação ao desempenho técnico Monotrilho Linha 15-Prata, por ser um protótipo de alta capacidade, e que trafega em velocidade abaixo do que foi planejado, deveria ser finalizado e comprovado sua eficácia antes de se especificar este modal para quaisquer outras linhas.

    Não podemos falar em carência de transporte na zona Leste, que hoje existe, sem os sistemas das Linha 4-Verde, Linha 13-Jade e Monotrilho Linha 15-Prata estiverem funcionando de forma parcial, além de totalmente completados e integrados, a se somar as Linhas 3-Vermelha e Linha 11-Coral.

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